Timidez situacional e timidez crônica: diferenças e soluções

Entenda o que timidez emocional e o que ela pode dizer sobre as suas emoções

Entenda o que timidez emocional e o que ela pode dizer sobre as suas emoções

Timidez situacional e timidez crônica são quadros diferentes, mas ambos podem interferir diretamente no dia a dia pessoal e profissional

Você se considera uma pessoa muito ou pouco tímida? Tem vergonha de falar em público ou entre amigos e familiares? Quadros de timidez situacional e timidez crônica são cada vez mais comuns na vida de jovens e adultos, em todo o mundo. Por isso, conhecer suas definições e características principais é fundamental para tentar reverter este quadro. E este é o assunto do post de hoje, aqui no blog da Arita Treinamentos. Continue a leitura!

Timidez situacional e crônica: entenda mais sobre o assunto

  • Existem dois tipos principais de timidez, de acordo com a psicologia: a timidez crônica e a timidez situacional.
  • Timidez crônica: é caracterizada por ser um quadro constante, no qual a pessoa apresenta dificuldade em expressar suas emoções e opiniões em praticamente todos os aspectos da vida social e profissional.
  • Timidez situacional: ocorre quando a pessoa se sente tímida em ocasiões específicas, como ao falar em público pela primeira vez ou durante um encontro amoroso.

Timidez crônica: pontos principais

  • A pessoa que sofre de timidez crônica tem muita dificuldade em se relacionar com estranhos e mesmo para fazer novas amizades.
  • Isto gera uma autoimagem negativa, criando uma barreira pessoal de se relacionar com outras pessoas.
  • Existe o momento de parecer “bobo” frente a novas situações, como ao começar em um novo emprego ou falar algo na roda de amigos e familiares.
  • Há muita insegurança e preocupação excessiva com o julgamento e opiniões de terceiros.
  • Vergonha, solidão e tristeza também são, infelizmente, comuns na vida de quem sofre deste tipo de timidez emocional.
  • Expressão corporal:

o   Baixo volume de voz.

o   Pouco contato visual.

o   Rubor e gagueira.

IMPORTANTE: quando a pessoa chega a tal estado, é preciso ligar o sinal de alerta. O mesmo cenário pode evoluir rapidamente para um quadro de ainda mais isolamento social e depressão.

Há solução?

O primeiro movimento a se fazer é reconhecer o problema da timidez emocional. A pessoa precisa compreender que tal quadro está afetando diretamente seu desenvolvimento pessoal e até mesmo profissional, dependendo da situação. Porém, importante ressaltar que o tratamento para a timidez situacional e crônica é muito subjetivo e há variação de caso a caso.

Muitos especialistas recomendam determinadas atividades em grupo que podem ajudar na socialização e, consequentemente, no combate a timidez. Aulas de teatro e dança, por exemplo, podem tirar aos poucos a vergonha que a pessoa sente de se expressar fisicamente e emocionalmente na frente de terceiros.

Conte com a inteligência emocional

Através de treinamentos de inteligência emocional é possível trilhar um caminho rumo a uma vida mais equilibrada emocional, com ao combater a timidez emocional. Primeiramente, como vimos no parágrafo anterior, é preciso reconhecer a existência do problema. O passo seguinte é buscar entender as causas/origens da timidez, já que pode ser relacionada a traumas na infância e adolescência.

Além disso, a inteligência emocional estimula e potencializa as habilidades pessoais para que a pessoa consiga se apoiar naquilo que ela tem de melhor, gerando assim muito mais confiança e contribuindo para queda na timidez.

E outra boa notícia é que você sabe que pode confiar em uma empresa que há mais de 30 anos trabalha com inteligência emocional. A Arita Treinamentos é formada por profissionais que realmente entendem do assunto e que estão 100% atualizados de acordo com as técnicas mais modernas da área. Comprove: fale com um dos nossos especialistas.

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